terça-feira, 14 de abril de 2009

De volta ao sofá verde

Talvez um dia eu leve a sério essa história de blog. É, talvez. Mas até lá certas coisas não podem (definitivamente) passar sem registro. Como por exemplo:

Estava eu (SOZINHA na sala) sentada no sofá listrado, dando uma folga para o tão amado companheiro verde. Na televisão: Os Simpsons.
Frizo novamente o fato de eu estar completamente sozinha na sala.
Bom...
Tirei os olhos do computador e olhei para a televisão, o Homer Simpson estava dirigindo uma lixeira e o Millhouse estava junto.
Eu perguntei para o vácuo:
- Por que o Homer está com o Millhouse?
Eis que, brotando dos cantos mais obscuros do sofá verde, minha excelentíssima irmã responde:
- Tu que tá assistindo a televisão! Vou saber! - Extremamente contrariada.
Repliquei, imediatamente:
- A gente brigo?
- Não lembro. - Já não tão irritada.
- Nem eu!

Ora, depois de algumas risadas, constatei 2 coisas.
1. As brigas na minha casa não têm muito crédito;
2. O sofá verde me assusta.

lembrei do blog...

domingo, 22 de março de 2009

Grandes Negócios

Então...
Ontem foi um dia bem, hum.. digamos.. etilicamente aproveitado. Mas hoje eu me surpreendo com o 'agradável' comentário da minha irmã dizendo que eu podia fazer xixi e vender como se fosse Johnnie Walker.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Aracnídeos Assassínos

Hoje eu durmo no sofá verde!
Tem um monstro de 8 patas no meu quarto.
Quando eu atirei um tênis na tentativa de alcançar o óbito do ser, "aquilo" conseguiu ir pra trás do meu guarda-roupa.
Neste exato momento, eu me contive como nunca. Em hipótese alguma sai correndo nem gritei o nome da família inteira, dos bombeiros e da polícia. Que orgulho da minha coragem!
Tenho pra mim que algo muito ruim pode me acontecer se eu dormir lá esta noite! Talvez tenha uma máfia de aranhas super desenvolvidas que pensam em alcançar o MEU óbito!!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Foi apenas um Sonho

Título original: Revolutionary Road
Dirigido por Sam Mendes. Drama, 119 minutos. DreamWorks.

Aborda a vida de um jovem casal do subúrbio de Connecticut na década de 50. April (Kate Winslet) e Frank Wheeler (Leonardo Dicaprio) há sete anos casados, com dois filhos, se veem confrontados com os sonhos da juventude e a realidade em que vivem. Frank viaja todos os dias a NY para o escritório da empresa onde trabalha, e odeia, enquanto sua mulher cuida das crianças e da casa, oprimindo seu desejo de ser atriz. April na esperança de um recomeço e tentando fugir da ostentação de uma família modelo que não é real, propõe à Frank se mudarem para Paris, onde ela trabalharia e ele teria tempo livre para pensar no que realmente quer da vida. Com os novos planos, uma alegria invejavel toma conta dos Wheeler, até Frank receber uma proposta de trabalho no ramo dos promissores computadores, o que faz com que ele priorize o que ja tem, decidindo por não ir morar na Franca. As aparências de vida perfeita e os sonhos perdidos vem a tona quando questionados pelo filho de um casal amigo, John (Michael Shannon), considerado louco mas o único que realmente vê o que se passa.

CRÍTICA
Excelente. Não tem o que dizer a mais deste trabalho. 11 anos após Titanic, vemos a evolução profissional de Kate e Dicaprio, que transmitem a desilusão do casal de forma única. Kate é fantástica como a dona de casa que quer a qualquer custo resgatar os planos do passado e Leonardo, como o marido que aceita o mesmo trabalho que seu pai fazia, e que tanto o decepcionava, para sustentar o modelo de família exemplo que todos esperam.
Michael Shannon merece grande destaque. Nas 2 cenas em que aparece impressiona sua interpretação. Só assistindo pra sentir.
Em relação ao enredo, eu gostei. Do mesmo diretor de Beleza Americana, marido de Kate Winslet, o filme trata da delicada situação em que é descobrir a frustração de uma vida sem nada de especial, comum e insignificante. Mais ainda quando nos vemos cercados por um mundo que dita regras de sucesso, como trabalho, filhos, casa, carro e sorrisos brilhantes estampados.
Achei falta da participação dos filhos do casal. Quase 90% das cenas é sem a presença das crianças, mas é justificada pelos personagens com festinhas em vizinhos e coisas assim.
Fora a mania do Leonardo Dicaprio de enfiar as mãos no bolso a cada 10 segundos eu realmente gostei do filme. Vale muito a pena conferir.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Funcionário do Mês!

E o Troféu Joinha vai para...

tun tun tun tun


O VERÃO
que neste ano, de forma espetacular, além de desempenhar seu papel costumeiro resolveu atuar também como INVERNO.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Noites de Tormenta

Título original: Nights in Rodanthe
Dirigido por George C. Wolf
2008. Romance, 97 minutos. Warner Bros.

O filme é baseado no romance Nights in Rodanthe, de Nicholas Spark (autor de Diário de uma Paixão e Um Amor para Recordar).
Diane Lane interpreta Adrienne Willis, uma mulher divorciada que enfrenta a insistência do ex-marido em reconstruir o casamento, as rebeldias de sua filha adolescente e um filho pequeno.
Enquanto os filhos e o ex viajam, Adrienne vai tomar conta da pousada paradisíaca de uma amiga em Rodanthe, litoral da Carolina do Norte. Apenas um hóspede é esperado, o Dr. Paul Flanner (Richard Gere), renomado cirurgião que tem um relacionamento conturbado com seu único filho.
Diante da iminência de grandes tempestades surge uma forte ligação entre os dois protagonistas. Com o passar dos dias eles conhecem um ao outro de tal maneira que seus conceitos e percepções são alterados, fazendo com que encontrem forças necessárias para a superação de seus obstáculos pessoais, surgindo daí um romance capaz de mudar o rumo de suas vidas.

CRÍTICA
O filme segue a linha do autor sem nenhuma originalidade. A história do romance não é lá muito convincente, visto que não há motivos para o amor incondicional mostrado no filme. Bonito não deixa de ser, mas notadamente feito para encher enredo.
Eu, particularmente, gosto do muito do trabalho de Diane Lane (ver: Sob o Sol de Toscana). Nesta obra, não é diferente. Ela tem algo natural em sua atuação, uma sutileza agradável que nos faz acreditar em sua personagem.
Richard Gere, sempre protagonizando como galã, não tem nada inovador à acrescentar em seu papel. Aliás, até já trabalhou com Diane em outro filme, Infidelidade, o qual ainda não tive a oportunidade de assistir.
Como os outros trabalhos de Spark, há choradeira, melação e um casal que, tecnicamente, sofre um abalo considerável. É um filme bem água-com-açucar, mas naquelas "noites de tormentas", quebra o galho para os seres mais românticos (como eu).

Lua Cheia

Sexta-feira 13.
A segunda do ano e com direito a lua cheia.

Péssimo dia se você resolver estacionar o carro do seu pai na garagem do supermercado. Ainda mais se na entrada do recinto existe um pequeno pilar impossível de se ver quando dentro do veículo. Há uma grande probabilidade de riscos amarelos e profundos aderirem à lataria.